A 110 km de Ilhéus , esse pico também conhecido como Canes, a cidade dos caranguejos , fica entre o mar e o Rio Pardo. Um lugar bem bacana Lá existem 7 ilhas marítimas , sendo a Ilha de Atalaia a mais importante atração com 14 km de praias, além de várias outras fluviais. A cidade fica a 110 km ao sul de Ilhéus e o acesso é pela estrada do sol, uma rodovia com visuais muito maneiros. A Praia do Costa é a mais frequentada , com vários quiosques , coqueiros e rolam umas ondas pro surf. Na Praia do Atalaia consegue-se tranquilidade e fugir do crowd. Pra quem gosta de pescar a praia é o Patipe.No Porto do Rio Pardo o pessoal anda de jet-ski , além do surf e do wind.
A cidade está localizada a mais ou menos uns 70 km ao sul de Recife. O pico tem a água clarinha , clássica para mergulhar , vários reefs espalhados pelas praias , altas ondas para o surf e outras atrações como velejar de jangada , passear de buggy pela areia da praia , voar de ultra-leve , tomar banho de cachoeira e uns forrós. Ahhh , tem um monte de galinhas espalhadas pela cidade também!
ECO TURISMO
Se você é o tipo de pessoa que gosta de estar perto da natureza, vai encontrar em Porto de Galinhas várias opções para se divertir. Aqui, você tem ao seu alcance:
- meditação à beira-mar; - calmos passeios entre coqueirais; - trilhas; - cavalgadas ecológicas; - mergulhos em águas mais profundas; - passeios para conhecer os manguezais localizados no Pontal de Maracaípe.
Vale salientar que no local, por determinação de uma lei municipal, só circulam buggys credenciados. Essa medida foi tomada para evitar o fluxo descontrolado de veículos.
ENSEADINHA.
Localizada na barra do rio Maracaípe, o local possui em sua formação arrecifes de coral. É aqui que você encontra:
- tranqüilidade; - águas mornas e ondas fracas, ideais para banhistas; - rica vegetação de manguezais; - passeio ideal para ser feito em grupo.
Carolina é pitoresca, possui tudo o que uma cidade pequena tem, mas com inúmeros atrativos. Conheça um pouco mais sobre esta cidade, ainda que pequena no tamanho, mas imensa em relação ao significado histórico e também ao que representa para o sul do Maranhão. Carolina talvez seja a cidade mais bonita, mais tranqüila e mais gostosa de se viver. A cidade perdeu quase tudo quando Juscelino decidiu construir a Belém-Brasília, passando a 100 Km de distância da cidade e criando em seu percurso outros pólos de desenvolvimento como os municípios de Imperatriz e Estreito. Ironia do destino ou não, a verdade é que Carolina soube conservar todo seu patrimônio natural e cultural a exemplo do seu acervo arquitetônico colonial e seus 22 rios perenes completamente desprovidos de poluição. Foi justamente pela quantidade de recursos hídricos na região que o município recebeu o título de "Paraíso das Águas".
Maior ilha oceânica do Brasil, Ilhabela é famosa pela prática de esportes náuticos, em especial a vela – os ventos constantes que sopram no Canal de São Sebastião tornam as praias da costa Norte perfeitas para a atividade. O charme também é característica marcante da região, reunindo aconchegantes pousadas, restaurantes, lojas de artesanato e cafés nas ruas no entorno da Vila, como é chamado o badalado centrinho, ponto de encontro de todas as tribos depois da praia. Os ares paradisíacos da ilha ficam por conta dos cenários emoldurados por mar azul, montanhas cobertas com vegetação nativa de Mata Atlântica, cachoeiras - são mais de 300 – e praias de areias douradas e águas cristalinas como as badaladas do Curral e de Perequê. Os atrativos de Ilhabela, entretanto, vão além da natureza: concorridos eventos atraem profissionais e turistas que chegam no inverno para curtir a Semana Internacional da Vela, a maior do gênero realizada na América Latina e que acontece em julho; e o Festival do Camarão, com intensa programação gastronômica e cultural, em agosto.Glamourosa, Ilhabela começa a apresentar, aos pouquinhos, uma outra faceta bastante diferente da sofisticação da Vila, porém, não menos fascinante. Na costa voltada para o mar aberto, freqüentada pelos surfistas, mergulhadores e aventureiros, ficam as praias mais selvagens da ilha, com acessos nada fáceis – e por isso, garantia de paisagens praticamente intocadas. Na praia do Bonete, uma vila de pescadores sem luz elétrica ou sinal de celular, chega-se depois de quatro horas de caminhada. Já para aportar na Baía de Castelhanos é preciso enfrentar os 22 quilômetros de uma estrada de terra ruim, chacoalhando dentro de veículos com tração nas quatro rodas. No caminho, porém, surgem cachoeiras de até 70 metros de queda com tobogãs e poços cristalinos capazes de fazer esquecer qualquer perrengue.
Mar de Noronha: Golfinhos chegam bem perto das embarcações. O paraíso existe, fica na Terra e tem nome e sobrenome: Fernando de Noronha. Com areias douradas, mar em tons de azul turquesa e verde esmeralda, corais, vida marinha esplendorosa, mata, formações rochosas... o arquipélago só pode ser uma filial do Éden a 545 quilômetros do Recife.Acessível por avião ou navio, Noronha não é um destino barato – todos os produtos disponíveis no arquipélago vêm do continente, o que encarece os preços do pãozinho à gasolina. E ainda tem a taxa de permanência, que não é muito em conta. Mesmo assim, não venha para ficar apenas dois dias. Cada tostão gasto na ilha é muito bem recompensado pelos cenários vislumbrados em cima e embaixo d´água. Entre eles estão as praias da Baía do Sancho, da Baía dos Porcos e do Leão – listadas entre as dez mais bonitas do Brasil – e os morros dos Dois Irmãos e do Pico, cartões-postais de Noronha.A ilha é pequena, tem apenas 17 quilômetros quadrados e a menor BR do país - a 363, com seis quilômetros de extensão – o que facilita desbravar o território. Com as praias divididas em mar de dentro e mar de fora, é fácil coordenar a infinidade de atrativos e atividades. Tem caminhada, caiaque, passeios de barco e de bugue, observação de golfinhos... mas o que não pode ficar de fora do roteiro de jeito nenhum é o mergulho de garrafa, afinal, estamos falando de um dos melhores lugares do mundo para a prática do esporte. Para quem não encarar a descida nem mesmo em um batismo – mergulho acompanhado por instrutor a 15 metros de profundidade em média –, basta uma máscara e um snorkel para se divertir e se encantar com as belezas escondidas nas piscinas naturais do Atalaia, que vão muito além dos peixinhos e dos corais coloridos – tartarugas e arraias dão o ar da graça e nadam lado a lado com os visitantes. O surfistas também fazem a festa em Noronha. De dezembro a março, as praias da ilha ganham ondas perfeitas que variam de dois a cinco metros. Para entender como Noronha, descoberta em 1503, continua tão preservada, é simples. Até 1982 o lugar funcionou ora como presídio, ora como área militar. Somente nos anos 90 a ilha foi aberta ao turismo, e mesmo assim, com muitas restrições, uma vez que foi transformada em Parque Nacional Marinho e tombada pela Unesco como Patrimônio Mundial Natural. Para se ter uma idéia do controle, apenas 700 pessoas podem pernoitar no arquipélago ao mesmo tempo. Estes felizardos curtem ainda as animadas palestras na sede do Ibama/Projeto Tamar, seguidas pelo forró do Bar do Cachorro.
Reconhecida por várias revistas de turismo como uma das praias mais lindas do planeta, Lopes Mendes não poderia ter outra colocação. Eleita em primeiro lugar com mais de 13% dos votos, ela encanta e fascina turistas do mundo todo com seu romantismo e esplendor.
Uma imensidão de areia num cenário selvagem e exótico que se estende por quase três quilômetros. Sol, sombra e um mar azul, verde, transparente, raso, com ondas, cardumes, surfistas de todas as tribos, além de um horizonte oceânico com a ilha jorge grego em frente cercada de golfinhos , fragatas, atobás, peixes , grutas submersas e lendas de piratas. Se não bastasse, por todos os recantos há mistérios e perguntas sem respostas, ou com uma versão mais adequada ao modo de pensar local e que até pode ser diferente em muitos casos.
É normal chegarmos quase sem fôlego depois de encararmos a trilha T11 (Pouso – Lopes Mendes) que apesar de curta, apresenta uma moderada subida e descida que nos pega de surpresa depois de uma deslizante travessia pelas tranqüilas águas da Enseada das Palmas e do Pouso.
Sem falar naqueles que encararam a trilha desde o Abrão, subindo e descendo serras e tendo espetaculares visões das belezas naturais desta magnifica ilha.
Estonteado com a paisagem, nem passa pela nossa cabeça caminhar até o final da praia neste momento de choque e arrebatamento. A primeira coisa é se deixar levar em direção ao mar e logo que molhamos os pés não sabemos se aquilo é mesmo água ou cristal líquido.
Encantada (o) com a visão do fundo, apesar de raso neste início de caminhada aquática, você pode não se dar conta das ondas e quando menos espera, uma muralha de água se aproxima e não custará nada ela te engolir e você fazer parte daquele fundo fervilhante de vida aquática e subaquática.
No local é proibido acampar, construir casas ou fazer qualquer outro tipo de construção. Não há bares, restaurante, nem pousadas e embora existam algumas barracas que vendem sanduíche, refrigerante, cerveja e água, não deixe de levar água potável e frutas para não ter que voltar mais cedo.
Uma atração à parte na Praia de Lopes Mendes é a escultura do artista plástico Silvio Cavalheiro, feita a partir de uma bóia gigante que se desprendeu de um navio em alto mar e acabou encalhando na praia.
Mergulho em ilha grande
Gruta do acaraí- A entrada da gruta esta a 6 metros de profundidade. Logos após a entrada existe um salão que se comunica com a superfície, sendo possível sair fora d água.
Neste local o visual é muito bonito devido a forte coloração esverdeada que vem do fundo. Na gruta vivem cardumes de peixes esquilos, frades e salemas.
Praia e Ilha dos Meros- A praia dos meros é um agradável ponto de mergulho. A profundidade varia dos 3 aos 10 metros, a medida que se afasta da praia. Na areia vivem várias espécies de peixes, raias, linguados, peixes tricolores, budiões e ciliares.
Na entrada da enseada onde esta a Praia dos Meros localiza-se uma ilha que leva o mesmo nome, possui rica vida marinha e é freqüentada por tartarugas, garoupas e grandes estrela-do-mar.
Laje e Ilha do Gurirí- Neste local formam uma grande gruta com várias entradas, os raios de sol ao passar entre as fendas formam feixes de luz, criando um visual espetacular.
A gruta e pequena abriga apenas 10 mergulhadores e considerada como um dos melhores pontos de mergulho da Ilha. A profundidade chega a atingir até 18 m.
Ilha de palmas - Na entrada norte da Baia da Ilha Grande, esta ilha possui uma bela costeira. Encontra-se facilmente ouriços, estrela-do-mar, gorgônias vermelhas.
Eventualmente, cardumes de enchovas e bonitos. A profundidade chega a 15 metros na areia.
Ilha de pau a pino-Uma das mais de 360 ilhas da baia, bem pequena e afastada, é uma boa
opção para quem sai de Itacuruçá ou Mangaratiba Quando a água está clara temos um belo visual. A profundidade varia entre 0 a 18 metros em media.
Carnaval, um delírio de massas que já se estende por sete dias, desde a quarta-feira até a manhã da quarta-feira de Cinzas. A maior festa do mundo em participação popular, que toma toda a cidade de foliões - fantasiados e pulando como "pipoca" atrás dos trios independentes ou vestidos nos abadás e becas de seus blocos preferidos, rumo aos diversos circuitos carnavalescos. Há o circuito central, do Campo Grande à Praça Castro Alves; outro, na orla, sentido Barra-Ondina; e o mais tradicionalista, do Pelourinho à Rua Chile, no Centro Histórico. Neste último, o forte é a música das bandinhas de sopro e percussão, os blocos afros, afoxés e os fantasiados; nos demais, desfilam os grandes blocos, com seus possantes trios elétricos, uma criação dos baianos Dodô e Osmar que virou mania em todo o Brasil.
ELEVADOR LACERDA
Uma cidade que se divide entre “alta” e “baixa” só podia mesmo ter um grande elevador para servir de tradicional cartão postal. O Elevador Lacerda foi construído em 1873, encravado na rocha da montanha entre as cidades alta e baixa. Ele interliga os 72 metros da praça Tomé de Souza, na cidade alta, à Praça Cayru, na cidade baixa, transporta cerca de 28 mil passageiros por dia e a viagem dura 30 segundos.
DIQUE DO TORORÓ
Esse é o único manancial natural de Salvador, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que possui uma lagoa de 110 mil metros quadrados. O espaço preferido para os amantes do esporte tem pista de cooper, raias para a prática do remo, decks para a pesca, piers para pequenas embarcações, equipamentos de esportes e ginástica, playgrounds, além do Centro de Atividades e da Praça de Eventos. O centro possui ainda restaurantes e estacionamento com 150 vagas. A praça tem um palco flutuante para a realização de shows e espetáculos. No meio da lagoa, esculturas de diversos Orixás complementam a beleza da região e marcam o sincretismo religioso da cidade.
ITAPUÃ
Passar uma tarde em Itapuã é uma opção de passeio bastante agradável. As ondas são baixas e alguns trechos são protegidos por arrecifes.
MERCADO MODELO
Localizado na Praça Cayru, na cidade baixa, o mercado modelo foi prédio da antiga Alfândega e é hoje um dos principais pontos de venda de arte típica da Bahia. Tem 259 boxes com o que há de melhor em termos de artesanato nordestino, lá se encontra batas, toalhas de renda, redes, balangandãs e patuás. Além de opção de compras, também é uma ótima dica para desfrutar pratos típicos da culinária baiana e onde se encontra bares com bebidas típicas e tira-gosto. A rotunda, por sua vez, passou a funcionar como palco de rodas de capoeira e apresentações de cantadores e repentistas e de todo tipo de manifestação folclórica